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2020-02-11

ANTONIO MARTINS RIBEIRO - Terras de Valdevez

Caros e ilustres companheiros, concordo plenamente com a sujestão do Aventino mas só para o dia 7 de Março, pois no dia 22 vou andar por terras de Portugal, já com alojamentos reservados. No entanto, se não poder ser, estou como o outro, amigo não empata amigo. Salud y bichas ..... 

2020-02-09

Aventino - Porto

VAMOS COMÊ-LA

Sugiro:

22 de fevereiro ou 07 de março

no S. Frutuoso, do nosso LAMAS, em Braga.

à bordalesa e em arroz.


2020-02-09

assis - Orbacém

Em domingo de morrinha

que ele seja sorridente para todos

 

A leitura actualizada e os poetas dos silêncios, todos de parabéns ...

Venha lá, então, essa lampreiada em são convívio... ou o arroz de lampreia...

 

Abraço

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2020-02-06

Delfim - Cx.postal, 24s

Às vezes o silêncio dói:

E que bem faz ser perturbado por tão melodiosas palavras!!!

 


2020-02-06

alexandre gonçalves - palmela

ÀS VEZES O SILÊNCIO


É de ouro, dizem alguns. O silêncio de maio, ondulando nos trigais ainda verdes. As cachoeiras, vertendo das alturas o som das águas. Os ventos do mar, apagando, nos corpos nus, o fogo do verão. A chuva de março, docemente caindo nos férteis campos, em ritmo vertical. A tristeza húmida, meu amor, em forma de gotas frias,  nos teus lábios arrefecidos. O teu rosto, subitamente moreno, encostado aos vidros da janela, na sala de todas as ausências. Os  teus olhos magoados, vigiando a noite e a rua, por onde ninguém vai aparecer. O teu corpo inclinado para o tempo, de ventre inutilmente cremoso. Silêncio de mármore, sem uma palavra que entre pelas fendas que o desejo abre. Sem dedos mínimos, que possam tanger o piano da casa grande, com as teclas ainda vibrantes.

Às vezes o silêncio é outra coisa. Um lugar clandestino, num mapa antigo, com dobras excessivas e cães de guarda a protegê-lo. Silêncio lacrado pelo medo. O terror da nudez, numa hora de vertigem. Aí mora o gelo da culpa. E uma inútil abundância de palavras, como quem, em jeito de  pudor e levantando a voz, cobre de burel o corpo todo. Quem, na lucidez mínima, ousa pôr em suspeita tanta integridade?

Às vezes o silêncio dói, sem deixar de ser de ouro. Às vezes o silêncio canta, sem deixar de ser metal, coberto de ferrugem.    

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