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2017-10-23

Delfim - Messines

Não esperava tal decisão e pior pensamento. A primeira pela falta de oportunidade...a segunda por insensata e irresponsável. 
Já contactaram alguém para ajudar?
Alguma obra nasce sem dificuldades?
Ninguém disponibiliza uma divisão de casa ou um canto de uma garagem?
Os encontros não têm rendido dinheiro suficiente para as despesas?
Tu Arsénio que tens os louros e as responsabilidades vê lá no que te metes e mede bem as consequências de um disparate desses.
Em último recurso terão de garantir a Palmeira digital.
Recuso pensar no que anunciam.
Fico à espera... pois eu sinto que nada posso fazer, a não ser barulho saudável, pois gosto demasiado de todos vós.

2017-10-22

Arsénio de Sousa Pires - Porto

A PALMEIRA vai acabar?

O Grupo Coordenador decidiu não publicar, por este Natal, o habitual  número da Palmeira e pensou dar por terminado este nosso projecto com o anterior nº 40. Motivos:

1. Indisponibilidade pessoal dalguns coordenadores.

2. Sensação de falta de interesse pela Palmeira, pois raramente  havia feedback positivo ou negativo a ela. 

3. Muita dificuldade em obtermos participação com artigos.

4. Muita dificuldade de tempo por parte do Ir. Ricardo que é quem nos  fazia a paginação.

5. Falta de espaço físico para podermos trabalhar à vontade: a antiga Editorial,  onde nos reuníamos, foi arrendada a uma Imobiliária.

6. Elevado custo de cada nº da Palmeira (+- 1.300 €) suportado por cerca de 35 colegas que ainda pagam as quotas.

 

QUAL A TUA OPINIÃO?

2017-10-21

AVENTINO - PORTO

A IMPORTÂNCIA DO CÁGADO

QUASE todos os dias, por força da nossa profissão, somos complidos a dirigirmo-nos às secretarias dos nossos tribunais para consultarmos os processos do nosso patrocínio, entregarmos documentos ou exercermos a nossa profissão nas inúmeras diligências com que o nosso ordenamento jurídico vem exagerando na proteção e concessão dos direitos de defesa, quase como se o interesse do indivíduo (versus quem não contribui para o bem público) se sobrepudesse ao interesse da comunidade.

A regra hoje em dia é uma regra de empenho, colaboração e respeito pelos advogados, (à execção daqueles advogados que não o merecem) e para quem trabalhou ainda num regime com resquícios de fascismo, de incompetência, de função pública contra o público, posso dizer que atualmente os funcionários deste mundo obscuro que é o mundo dos tribunais só me merecem louvor, respeito e honra pelo esforço que, todos os dias, desenvolvem.

Vem isto a propósito do cágado.

Cheguei ao balcão da secretaria do tribunal; de pronto fui atendido por uma bela e sorridente funcionária que também, prontamente, foi ao arquivo recolher o processo que eu pretendia consultar. E lá estava eu mergulhado na análise daquelas páinas infindas dos autos quando, de pronto, essa mesma funcionária, faz um comentário para a sua colega de secretária ao seu lado: "Oh! que vá dar graxa ao cágado". Respondeu ela a algum telefonema que naquele instante tinha recebido. Confirmei que o telefonema advinha de um procurador ou de um juiz que a interpelava para qualquer acto.

Confesso que jamais tinha ouvido esta expressão que, porventura, será corrente ou não, ou até de um conhecimento geral de algumas zonas do nosso Portugalzinho. Mas o que é certo é que parti-me a rir, sem parar, de tal modo que todos os funcionários foram contaminados pelo meu riso como só o riso contamina quem nso rodeia. A bela e disponível funcionária abordou-me perguntou-me se eu não conhecia a expressão e eu disse-lhe que não, jamais a tinha ouvido, mas que considerava uma expressão de um extraordinária aplicação aos chatos, aos estúpidos, aos inúteis e àqueles que vivem empurrando as soluções e as obrigações para os outros: "dar graxa ao cágado".

Daí em diante tenho vivido na esperança que três ou quatro milhões de portugueses inúteis que atravessam este nosso universozinho, comecem essa nobre tarefa de darem graxa ao cágado. Um cágado engraxado tem outra beleza, outro brilho e pode certamente levar-nos ao guiness como o país como mais cágados engraxados.

O único que nos falta mesmo são os cágados;

gente inútil e sugando o suor dos portugueses honrados, já temos em demasia.

2017-10-16

manuel vieira - esposende

Ontem e hoje o drama voltou ao país com os terríveis fogos e muitos mortos e feridos , num ano terrivelmente trágico. Que nenhum dos nossos amigos tenha sentido o drama.

Foi curiosa, entretanto, a "visita" do nosso antigo colega da velha Quinta da Barrosa, o António Manuel Rodrigues Martins de Vila Verde da Raia, Chaves, que entrou no seminário no dia 6 de Outubro de 1971. Nesse ano o primeiro ano tinha 25 alunos, com o Adelino que vive em França, de S.João de Rei,Póvoa de Lanhoso onde se situa o "Vítor", um restaurante muito conhecido pelo seu bacalhau na brasa e o cabrito. Nesse ano eram professores alguns dos nossos amigos da Associação como o Domingos Nabais e o José Maria Pedrosa.

Vou trocar mais umas informações por e-mail com o Rodrigues que em boa hora entendeu aparecer por cá, dando-nos a esperança do aparecimento dos mais novos. Curiosamente quando o Rodrigues entrou, andava eu e o Luís Gonzaga, o cow boy para os amigos, no 6º ano e o Ismael Vigário no 5º, o que pode ser uma lembrança a reviver para o nosso antigo colega que agora reside nos Estados Unidos.

2017-10-16

Antonio Manuel Rodrigues Martins - Estados Unidos

Fui Redentorista de 1972 a 1976 e quando estive em Portugal a passar fėrias em Setembro, outro Redentorista da minha terra falou-me deste site para antigos seminaristas. Gostaria imenso de saber mais e possivelmente contactar antigos colegas e amigos. Obrigado.

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