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2013-11-28

Alves Diamantino - Terras da Maia

Umas vezes gosto, outras não, por isso já não sei o que são saudades Mas há dias, não sei porquê, tenho saudades de tudo e de todos.

Da criança pobre que fui, quando eramos pobrezinhos. Do adolescente com vontade de partir para o mundo. Mas mais do jovem adulto, quando vi que a verdadeira sabedoria se encontrava em cada um de nós. Agora no clã dos maiores, constato que os velhos tempos deixam mesmo saudades. Afinal, viver é bom de mais.

Sinto-me confuso quando entramos nesta época. Não suporto a vivência do “sobre tudo e/ou sobre nada”.

Sobretudo, irrita-me os desmesurados aglomerados nas compras da fúria natalícia. O mesmo, sinto dos almoços e jantares de confraternização da empresa. Provocam-me sempre ruídos guturais até ao abdómen. Até servem para rever pessoas, bem como outras, que nem por isso deixam saudades. Com copos elevamos a laboral fraternidade da hipocrisia. Confesso-vos que com tanta abundância numa só época, o ridículo se torna infindável.

Mas também não gosto de circos. Sou contra a violência dos animais, sejam leões ou caniches. Não falo da águia que já foi falcão, (sorte a minha, pela lógica dos seis milhões, só um ou dois é que vai ler isto).

Incrível, já o  disseram, por ficar agastado com os palhaços. Sim, tanto com o palhaço rico como com o palhaço pobre. Não entendo os sorrisos e gargalhadas quando o palhaço rico “prega um estaladão” no palhaço pobre, ou o  palhaço pobre dá uma “traulitada” no palhaço rico. Não posso, ambos se maquilham e praticam a  violência. Assim temos a luta das injustiças sociais na mais pura pancadaria. Não, não me esqueci dos ilusionistas, domadores, trapezistas e contorcionistas que quando buscam os aplausos,  já têm em mente, o coice onde dói mais.

 

Não me falem  em conversações e diplomacia, pois sobre o nada do meu silêncio…..também nada ou pouco sei. Mas como está em uso teclar, retribuo-vos  o meu fraternal saudar. Saúde para todos e sem as crenças violar, lembrai-vos do pobre menino, enquanto vivermos neste calor familiar. 

2013-11-28

JOSÉ MANUEL LAMAS - NAVARRA - BRAGA

Falta-nos dos Arcos o MARQUÊS

Pois o nosso palco tanto DELE precisa

bateu-lhe a saudade, penso que talvez

E se perdeu procurando a tal ELISA.

2013-11-26

António Manuel Rodrigues - Coimbra

Estou relendo as tuas "vinte e cinco linhas"

Quando acabar este trabalho hercúleo, se conseguir acertar ideias, direi qualquer coisita. Porém, não marco prazo nenhum.

Bom Natal para todos, incluído o tal governo.

2013-11-25

manuel vieira - esposende

O nosso amigo Peinado tem razão relativamente ao meu compromisso em dar outra disposição ao texto e de facto na sua penúltima mensagem  agi por automatismo colocando-o online sem rever essa situação. Passou-me e não é pelo trabalho que dá, que é mesmo muito pouco, e ele tem razão na dificuldade que causa para ler e perceber facilmente o seu conteúdo.

Nada que não se resolva e só não o altero porque como o texto tem se ser alterado e reenviado de novo como se fosse o próprio já não ficava no mesmo sítio pois é respeitada automaticamente a ordem cronológica.

Provavelmente exigiu dos colegas  um pouquinho mais de esforço mas curiosamente eu também o li com tanto apreço que nem me apercebi desse ligeiro constrangimento.

De certeza que vou estar mais atento nos próximos e entretanto a Palmeira já está em franca cozedura como referiu o Arsénio.

2013-11-25

António Peinado Torres - Porto

 Bom dia AARS e coordenadores deste site

 Em tempos falando com o Amigo e nosso presidente Manuel Vieira, manisfestei-lhe o meu sentimento pela falta de estética e de dificil interpretação que apresentam os textos quando publicados de forma compacta, explicando, SEM TÍTULOS E SEM PARÁGRAFOS.

 Na conversa que tivemos, disse-me que era trabalhoso a configuração do arranjo, e que havia outros coordenadores.

 Pois bem meus caros, eu não gostei que o meu texto anterior fosse publicado a granel, embora em termos de escrita eu esteja na 3ª divisão distrital, não deixo de entender, que a todos os nossos escritos devem ser dados as mesmas oportunidades, por tal motivo sempre que não seja possivel publicar os meus textos conforme os apresento, não os publiquem , pois nenhum mal vem ao mundo e eu fico mais feliz.

As minhas desculpas pelo tempo que vos ocupei .António Peinado Torres.

 P S- Ao Gaudêncio envio o meu abraço de companheiro e amigo, pela bondade da tua observação em relação ao texto que enviei.


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