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2013-09-17

António Manuel Rodrigues - Coimbra

Depois da minha entrada no Seminário, em 1959, no encontro do ano passado senti-me um neófito muito bem aceite, confirmado (crismado) nos dias 14 e 15 deste mês. É este o meu actual estado de graça.

Parafraseando o Torga, apesar da força genesíaca dos locais visitados e da companhia privilegiada em que nos envolvemos, quer na ascensão quer nos momentos descendentes, não descobri o meu Tabor nem sofri qualquer transfiguração mas, um pouco ao modo de Anteu, todos teremos vindo de lá um nadinha mais fortalecidos e confortados de corpo e alma. Acredito nisto e,

Valete, fratres.

2013-09-17

Jose Manuel Lamas - Navarra-Braga

HOJE ESTOU FELIZ  !

 Começo por vos pedir um pouco de paciência pois introdutoriamente (ora bolas, onde ouvi este palavrão, ou será que foi inventado agora ? ) vou lembrar aqui, um dos muitos conselhos que a minha mãe me dava, quando eu era criança e só podia ser nesse tempo, pois como já sabeis, saí da beira dela muito cedo, talvez até demais.
 A certa altura da minha meninice, dizia-me a minha mãe:  meu filho, tu falas pouco mas isso não é defeito, pois para te fazeres entender, basta que uses as palavras certas e assim podes dizer muito falando pouco.
É deste modo que vos vou falar deste fim de semana que passámos juntos...  Então lá vai e à minha maneira (Alexandre, por favor, não me chames poeta):

 No passado fim de semana vivi um grande momento                                         
 E posso afirmar-vos que para mim foi perfeito                                                     
 Pois se na ida levei meus irmãos no pensamento                                               
 No regresso a casa trouxe-os dentro do peito. 
     
 Agora ao Cabral quero dizer:  Cabral, vai depressa a Porto de Ovelha talvez ainda consigas despedir-te das tuas andorinhas. As minhas nem esperaram que lhes assinasse as guias de marcha. Hoje não as vi em todo o dia, o que quer dizer que partiram sem se despedirem de mim. 
                                                                                                                                                                          
Para todos aquele abraço!

2013-09-12

António M. Rodrigues - Coimbra

Amigo Gaudêncio,  (reenvio com emendas ortográficas)

Garantias absolutas não as dou nem de mim mesmo.

Sobre este meu amigo posso dizer: conhecemo-nos desde 1977; ele tem uma carreira universitária firme na F.L da U. de Coimbra; é católico mas, que eu saiba, não frequentou nenhum seminário; não é teólogo e não posso compará-lo a um Frei Bento Domingues ou ao Pe. Anselmo Borges.

Numa das nossas esparsas conversas, perguntando-me ele se eu tinha o meu problema religioso resolvido, respondi-lhe que não mas eu e Deus lá nos havemos de encontrar e então veremos.

Garanto que o problema religioso em M. Torga e A. de Quental é ideia minha e admito que dos temas propostos será o que mais trabalho lhe dará. Até onde a minha modéstia o permite, posso garantir a sua honestidade pessoal e intelectual.

Perante isto resolveremos  o que pretendemos, apresento-lhe a nossa proposta e, depois, participo a decisao dele.

Notas de rodapé:

1.- A disponibilidade deste amigo foi espontânea e é natural. Como ele é solicitado a participar activamente em diversos encontros por cá e lá por fora, quanto ao momento tudo terá de ser combinado.

2.- No nosso encontro direi naturalmente quem ele é. Aqui e agora não devo deixar grafado o seu nome. Regras de convivência e não de subserviência ou falsa modéstia.

Um abraço para toda a irmandade.

2013-09-10

ANTÓNIO GAUDÊNCIO - LISBOA

Meus caros companheiros da Quinta

Uma entrada breve para dois pequenos comentários.

  • Meu caro Alexandre, se queres manter a tua auréola de escritor de excelentes histórias de amor, tens que te aprimorar porque o nosso decano, M. Ribeiro, não tarda muito, come-te as papas na cabeça. 

Brincadeiras são brincadeiras e vamos ao outro tópico.

  • Meu caro António Rodrigues a ideia que lançaste é excelente sobretudo se formos a Coimbra para ouvir falar do aspecto religioso de M.Torga e de Antero de Quental. Mas importa ver se o conferencista é isento e não está contaminado  por algum vírus capcioso.

Eu não iria a Fátima nem a pé, nem de bicicleta nem de carro mas para ouvir uma boa palestra sobre o tema acima aludido, se for preciso, até vou a pé a Coimbra.

A todos os que se disponibilizaram para ir ao Douro, um até sábado; aos que vão ficar  em casa, até um dia destes. 

  

2013-09-09

António Manuel Rodrigues - Coimbra

Caros confrades, (emendado)

Há tempos atrás perguntando a um amigo meu, cá de Coimbra, informações sobre o espólio de M. Torga lá por S. Martinho de Anta, respondeu-me ele haver pouco, muito pouco, ao que sabia.

Falando-lhe da nossa visita e da nossa associação, disse-me que com agrado nos receberia por cá e, se assim o desejássemos, em data a combinar, poderia proporcionar-nos uma visita à Biblioteca Joanina e, também, uma palestra sobre um autor à nossa escolha.

Eu posso sugerir títulos como: Gil Vicente, Camões (o das comemorações e dos momentos de crise de identidade nacional), M. Torga, Antero de Quental ou o problema religioso nestes dois últimos autores mas, se o assunto interessar, poderemos acordar um outro, eu proponho-lho e ele dar-nos-á resposta.

Para a realização deste encontro, se se verificar, perante a minha inexperiência em assuntos de intendência, aguardo sugestões e apoios espontâneos.

Saúde para todos.

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