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2013-10-01

manuel vieira - esposende

Sabrosa faz milagres, não tanto no prato e no vinho que foram dos melhores, mas por influenciarem duas seguidas do nosso amigo Castro nesta rubrica do nosso site.

No Solar as carnes estavam suculentas, o polvo de tenrura adequada e o bacalhau terno na sua tradição. O vinho a condizer com o empenho e qualidade da serventia estimularam a uma visita renovada um qualquer dia a cimentar saudade.

Esta viagem ao Douro era motivo para boa prosa e porque não poesia, a provocar lascivamente os nossos indefectíveis torguianos! Sendo o vinho tão bom, tão bom, pena é que não tenha provocado a dita inspiração dos éteres, nobremente  repetidos nas quintas onde o mosto nos espreitava.

O Martins Ribeiro afinou as vistas e presenteou-nos com um magnífico vídeo de onde omitiu as letras, que substituiu pela nova tecnologia da voz permitida por uma das ténues ninfas das rotundas, de sensualidade audível.

Entretanto o nosso amigo Davide já está na fase de tratamento fisiátrico e não lhe têm faltado visitas de nossos colegas nem telefonemas e também o nosso silencioso  Peinado vai indo... e um destes dias voltará, como ele costuma dizer.

2013-09-30

José de Castro - Penafiel

CUIDADO COM OS TERMOS!

Meus amigos:

 Depois de reler os termos que vos enviei, logo percebi que tenho que ter mais cuidado pois se há termos que resultam em erro fruto do teclar sem ver o que se está a fazer, há outros que só acontecem por TER-MOS!!! já alguns anos em cima e só recorrendo à caneta e uma folha de papel os próprios dedos nos ensinam qual a grafia correcta. Comigo assim acontece. Levantou-se-me a dúvida mas não tinha papel...

Mas como é evidente não vim aqui para dizer nada.

O que aqui me traz, é o facto de ter estado ontem com a minha mãe no SOLAR1 a almoçar. Senti bem a diferença do vinho. Não há dúvida que tal como havia sido prometido, fomos bem tratados por um transmontano que fez questão de servir um tinto reserva especial, para clientes especiais. No que à comida diz respeito, aqueles lombinhos de vitela de ontem, estavam bem melhores do que os que nos foram servidos. É sabido que qualidade e quantidade, nem sempre caminham de mãos dadas. No nosso almoço eram muito bons, mas FALTOU O MOLHINHO A ESCORRER DOS LOMBINHOS... eram muitos numa só travessa.

Aproveitei para informar que todos os Colegas ficaram muito satisfeitos com a forma atenta simpática e profissional com que fomos recebidos.

Agora o principal motivo que me trouxe ao nosso sítio. AQUELA VOZ JÁ CLASSIFICADA COMO PROFISSIONAL A QUE EU ACRESCENTO: ANGÉLICA!

Onde terá o nosso Martis Ribeiro, desencantado A VOZ? Será da funcionária da pastelaria? Será a musa de desmandos vários que inevitavelmente conduzem à criação de belos textos com que nos costuma brindar o Martins Ribeiro? Será que algum dia saberemos de onde vem?

Não será de espantar se um dia destes ligar o GPS e ouvir: "Rotunda à frente, 3ª saída"... QUE VOZ!

Amigo Martins Ribeiro: Parabéns pelo amor que se respira ao ver e ouvir o trabalho que amavelmente nos ofereces. Sempre profissional, sempre disponível e sempre AAR.

Claro que não poderei deixar de referir o nosso Vieira. Aquelas fotos sempre oportunas, são o testemunho de um Encontro de Amigos em que o Amigo Vieira, de tanto fotografar, QUASE NÃO APARECE NAS FOTOS. Mas bem sabemos quem temos. Uma presença sempre viva, conciliadora e AMIGA.

OBRIGADO!

2013-09-27

José de Castro - Penafiel

Hoje sexta feira dia 27 de Setembro o dia está um sonho.

Chovem raios e troviscos aqui no Porto. Já tive o cuidado de ligar para Sabrosa e o cenário é semelhante. Não fazem ideia da satisfação que me vai na alma por este pequeno temporal que se abateu por TERRAS DE OURO.

O que acontece é que as videiras que dão alma à caligrafia com que se escreve o romance que é servido a todo aquele que visita o Douro, essas quase torgas que a tudo resistem, já nem da noite conseguiam beber. A sede era tanta que num desespero canibal estavam já a alimentar a beleza das rendas verdes que ostentam, à custa dos bagos que iam mirrando.

Porque o dia está um sonho, mas também porque quase todos estão amodorrados, talvez à espera do acender das lareiras para se aboborarem em cima de um "escanho" se forem do Norte, ou então num sofá mais fofo mas certamente menos confortável para os restantes, venho aqui ao nosso sítio falar do nosso Encontro.

No que toca à organização liderada pelo Diamantino e pelo Belmiro, SE ESTIVESSE MELHOR, ESTAVA MAL. Mesmo eu que andava relativamente informado das diligências em curso, nunca acreditei que fosse possível visitar o Espaço Torga. Poderão alguns pensar que foi coisa de pouca monta, mas se os há, creiam que foi brilhante e fez de nós especiais, o simples facto de ter-mos percorrido as diversas salas desse espaço acompanhados por um representante da Câmara de Sabrosa. Esse monumento à memória de Torga, por lá continuará à espera de melhores dias.

Das refeições nem falo pois seria para ficar já a salivar.

Mas falo dos que não vieram. Dos que não estiveram sentados connosco à mesa. Dos que perderam um dia de retratos memoráveis. Dos que perderam os saberes do Pacheco que tinha a certeza que estaria presente. Dos que gostariam de ter ido mas por vicissitudes várias não puderam estar presentes. Dos que poderiam ter ido mas essa deslocação obrigava a alterar a rotina e comodamente se deixaram ficar. Dos que não Cantaram o "VIVAT". A todos esses não posso dizer que não se notou a sua ausência. TODOS ESSES COLEGAS FIZERAM FALTA.

Esses perderam uma viagem à velocidade de vinte à hora que é a única forma de ver o "REINO MARAVILHOSO" nas palavras do Torga. Passamos nas fraldas de Provezende. Não era oportuno entrar, mas para os que puderem voltem lá, saiam do carro e deslumbrem-se com o que resta de um passado de glória, das famílias proprietárias daqueles vinhedos, mas também com eles.

Passamos a Quinta da Cavadinha imortalizada em "A VINDIMA" do Torga. Logo abaixo encravada na encosta a aldeia de S. CRISTÓVÃO. Vão lá os que foram e os que não puderam ir, mas entrem na aldeia, estacionem o carro e vejam como somos pequenos face à grandeza da paisagem circundante.

Não paramos no Pinhão. Mas se lá voltarem, os que passaram ou os que não puderam ir, entrem com o carro para o cais de embarque, estacionem e façam a pé o percurso até à ponte, subam à estrada, entrem na estação e voltem ao cais a pé por onde tinham entrado de carro. 

Já na outra margem paramos no Tedo. Já muito foi dito sobre a beleza do local, mas poucos dos que lá estiveram a viram. Não chega passar pelas instalações da quinta. Isso está bem para aperitivo mas quem não atravessar o Tedo e subir um pouco, de preferência a pé com uma câmara para registar o momento, não viu nada. Voltem lá quer os que foram quer os que não puderam ir. Se olharem com atenção dali podem ver a Quinta do Crasto. Quem sabe, até ganham coragem para ir mesmo ao Crasto na outra margem e a partir dali saborear outro ângulo da paisagem e do Tedo. Para estes, o melhor caminho, porque é o mais belo, é descer de Gouvinhas para o Ferrão.

Párem logo à frente do Tedo, no restaurante DOC, do chefe Rui Paula e tomem um café na esplanada junto ao rio. EXIJAM OS BOMBONS DE ACOMPANHAMENTO PARA O CAFÉ. Pelo menos quatro por cada café. Depois paguem o café e náo acharão caro.

Meus amigos por agora chega. VOLTAREMOS E DE PREFERÊNCIA MUITOS MAIS. JUNTOS CANTAREMOS O "VIVAT" (que até nem esteve nada mal...)

2013-09-27

Jose Manuel Lamas - Navarra-Braga

Um companheiro passou por Gaia

E pelo Peinado perguntou

Alguém respondeu que caiu na gandaia

E que o Peinado emigrou.

2013-09-26

Arsénio Pires - Porto

O silêncio chegou a esta página!

Talvez que a meditação sobre "em quem vou votar" seja responsável.

Peço licença para o preencher com esta verdade:

“Não estamos em condições de nos salvar a nós próprios, sobre isso não restam dúvidas. Falamos em democracia, mas ela é apenas a expressão política para um estado de espírito caracterizado pelo «Pode ser assim, mas também de outro modo».Vivemos na época do boletim de voto. Até votamos todos os anos no nosso ideal sexual, a rainha da beleza, e o facto de termos transformado a ciência no nosso ideal intelectual não significa mais do que pôr na mão dos chamados factos um boletim de voto, para que eles escolham por nós. Este tempo é antifilosófico e cobarde: não tem coragem para decidir o que tem ou não tem valor, e a democracia, reduzida à sua expressão mais simples, significa: Fazer aquilo que acontece! Diga-se de passagem que é um dos mais desonestos círculos viciosos que alguma vez existiu na história da nossa raça.” 

Robert Musil, in O Homem sem Qualidades

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