fale connosco


2014-04-06

António Peinado Torres - Porto

 ALELUIA, este espaço está a ficar animado Intervenções do José Castro, Martins Ribeiro, 2 do Alexandre Gonçalves, e do Arsénio Pires, não nos podemos queixar, não há fome que não traga fartura.

 Este meu segundo texto propositadamente vem separado do anterior porque tem um destinatário, colega que prezo e estimo, mas lamento que não leve em consideração determinadas opiniões expressas por alguns de nós neste site, e até no convivo último que realizamos em BRAGA.

 Estou a dirigir este escrito ao Arsénio Pires.

O Aventino sugeriu uma NOVA IMAGEM para a Palmeira , a reação do nosso companheiro Arsénio foi a que se viu, e as alternativas que apresentou foi por o lugar à disposição e mais contribuições monetárias para a feitura da REVISTA. Sobre um " Novo Formato " para o GRANDE ENCONTRO, nem pensar ,e se bem se lembram criticou os encontros regionais que fomos realizando, mas acabou por participar em alguns, e em tempos idos também o Aventino lançou um convite para se realizar a um sábado um almoço no Porto ( UMA TRIPALHADA ) e visita a uma parte da cidade, a sua intervenção foi no sentido da desmobilização.

 No meu entender e de muitos mais AARS este espaço é livre, é para convivio, é para manifestarmos os nossos pontos de vista, mas nunca para absolutismos , aprendi na VIDA que tudo pode ser aperfeiçoado e portanto melhorado, podes crer Arsénio que tenho apreço por ti, mas lembra-te de que não és o dono do MÁXIMO.

 E em relação ao GRANDE ENCONTRO, sou da opinião do Alexandre Gonçalves, como não estive presente na assembleia onde foi votada a resolução de o mesmo ser realizado de 2 em 2 anos na casa mãe, eu se estivesse presente teria votado contra, Gaia diz muito a todos nós, quer positivamente, quer negativamente, mas a verdade é que só uma minoria comparece, e só não vê, ou sente, quem não quer. Para todos uma FELIZ E SANTA PASCOA Voltarei Peinado

 

2014-04-06

antonio peinado torres - Porto

Companheiros AARS

 Ontem, estava em Esposende para ,matar mais UM FIM SE SEMANA, e passa pela minha palhota o amigo e companheiro de muitos de nós, o MANÉ VIEIRA.

 Conversamos bebemos um Porto e aprazamos novo encontro para o final da tarde para saborearmos um petisco que tinha em casa, e assim aconteceu, uma chamadinha e lá foi o Peinado mais a sua companheira.

 Qual era o petisco ? coisa simples LAMPREIA FUMADA. Tendo lido já neste site que há companheiros que já estão enjoados de ouvir falar em LAMPREIA, não resisti em trazer o tema a este espaço, e quem continue enjoado, que não leia, ou então, que ponha no canto do prato.

Pois é meus amigos e companheiros, depois da LAMPREIA ASSADA, seguiu-se a FUMADA, e sinceramente gostei, no entanto a minha prioridade na LAMPREIA vai para O ARROZ DE LAMPREIA, também chamada de CABIDELA.

 Ficou apalavrado entre nós os dois, que para o próximo ano este petisco irá ser saboreado pelas terras de Melgaço, se calhar conjuntamente com a FODA À MONÇÃO, o futuro a DEUS pertence Voltarei Peinado

 

2014-04-06

aventino pereira - PORTO

PACTA SUNT SERVANDA

Se a Associação tivesse memória, se o secretário da Assembleia Geral tivesse feito o seu trabalho, se fôssemos exigentes e exigíssemos que quem aceitou a incumbência de fazer as actas tivesse feito as actas, todos saberíamos que a questão levantada do local onde se há-de realizar o Grande Encontro 2014 é uma discussão estéril. De facto, como diz o nosso povo: "é preciso ter topete" para haver sugestões do local para o ano 2014.

Vá lá meninos. Lembrem-se bem da lição:

Em 2012 o Grande Encontro foi em Vila Nova de Gaia. Na Assembleia Geral houve duas propostas quanto ao local da realização do Grande Encontro: uma do nosso querido Alexandre Gonçalves e uma outra que foi a que venceu por uma imensa maioria: o Grande Encontro realiza-se, ano sim, ano não, em Vila Nova de Gaia. Em 2012 foi em Gaia, em 2013  foi no Douro e este ano onde é, onde é?!

Ainda sabem contar? Vila Nova de Gaia. Ponto Final.

Venham lá os órgãos competentes pôr ordem  na rambóiada que parece querer instalar-se.

2014-04-03

alexandre gonçalves - palmela

 

ESTEVAS  DE  MAIO

 

Parabéns Arsénio por essa distinção entre decidir e executar! É fácil defender uma ideia, mesmo que ela não tenha suporte na realidade. Mesmo que ela obtenha votos maioritários de circunstância. Mas as ideias, até quando exaltam o que de melhor existe na condição humana, carecem não só de oportunas decisões como também de generosos idealistas que as plantem no terreno. Vem isto a propósito da votação feita em Gouveia, segundo a qual o encontro anual da associação se devia fazer em Gaia de dois em dois anos. Dadas as circunstâncias, o debate não foi nem brilhante nem esclarecedor. Nem tempo havia para o ser. Uma relativa maioria aprovou a proposta mas não referiu o modo como se poderia levar à prática tal "decisão". Alguns pensarão que basta entrarmos por aqueles portões, que já não existem, para o encontro e os abraços funcionarem. Um pouco à maneira dos antigos combatentes da 1ª Grande Guerra. Juntam-se em redor dum monumento, inflamam-se num patriotismo retórico e depõem uma cora de flores. Monumento já temos. A antiquíssima palmeira aguarda, surda e muda, que arrumemos por ali os automóveis, que demos os abraços prometidos e façamos uma fotografia dos sobreviventes. Para haver algo mais, alguém teria de sair da sua rotina para criar um gesto novo que fosse. O que tem havido já não há. Nada ali acontece por obra do Espírito Santo. O Arsénio explicou tudo com excepcional clareza. Quem tem olhos para ver que os aplique. Que fazer? Quedamo-nos todos à espera de Godot? Arriscamos esbanjar por distracção estes anos acumulados em cumplicidade, em grandes momentos de festa, de cultura, de regresso a uma identidade?

Como em tudo na vida, também aqui há alternativas. Estamos já em condições de garantir uma viagem inédita, a todos os títulos continuadora dos melhores encontros já realizados. De resto, apesar de o rectângulo ser escasso, estamos muito longe de esgotar as oportunidades que se oferecem às nossas expectativas. E de ano para ano, com a aprendizagem que a experiência acumula, é possível proporcionar, às mais diversas sensibilidades, um conjunto de práticas e de bens de incalculável valor. O tempo foge, como dizem os relógios. Mas é urgente resistir. É imperioso não dar o flanco. Nem sentar-se diante dos televisores. Nem antecipar a funesta sentença. Viver é preciso. Vegetar é proibido. Somos herdeiros da sabedoria. Não a levemos connosco para o outro lado do mar.

Falemos do SUL. O sul é depois do Tejo, terra de sol, ainda ocupada pelos infiéis. Campos rasos de luz e de azul, que em maio se cobrem de infinitos matizes de "boninas" camonianas. Já explorámos o poente, num dos altos momentos de glória da associação. Recordam-se das vinte noras mouras que visitámos? Do concerto inverosímil em pleno barrocal algarvio? Pois bem, o Arsénio já o referiu. Eu corroboro. Beja espera por nós. O António Vaz será o anfitrião. Até lá, não há mar salgado, mas há mar de vinhas, de oliveiras, de estevas perfumadas, em plena flor de alegria e exaltação. Em redor da cidade e dentro dela, há um mundo pujante a renascer. 

Atentos estai, porque do sul vem a feliz notícia. Se entretanto ninguém conceber uma alternativa com assinatura, ligada a Vila Nova e aos respectivos riscos, estejam de ânimo aberto, porque o SUL não dorme. O prazo é curto e exige agilidade e tempo, para qualquer das hipóteses. Beja é muito bela mas espera por MAIO, porque é em maio que ela cresce em esplendor. Portanto, se até meados de abril não houver gaia, entra inevitavelmente em acção a alternativa de Beja.


"Em Beja não vereis o arrebique

a sua escritura é mais sem ornamento.

Estética do recato.

Poesia que

vem de dentro.

Onde outras serão excesso Beja é pouco

mais de sombra que sol é seu circuito.

Procurai no recanto e no reboco.

Vereis então que Beja é muito."

                      M. Alegre

2014-04-02

Arsénio Pires - Porto

“TEMPUS FUGIT”, dizem alguns relógios junto ao pêndulo.

De facto, o nosso já quase fugiu… mas ainda restam alguns dias. Alguns dias para vivermos junto daqueles que nada exigem a não ser um abraço antigo como a Palmeira que nos recebeu e guardou durante aqueles dias de Coimbrões. (O mar ao fundo só visível em tardes de saudade das terras que ficam atrás dos montes. Lembras-te… através dos vidros das janelas do 6º ano?)

O tempo urge para o abraço que temos reprimido desde há quase um ano.

Junto à Palmeira ou noutro sítio, tem de ser. Qualquer lugar é bom para a amizade.

Sempre fomos bons em decisões mas muito fracos em execuções. Decidir é fácil. Difícil é agir.

Haja alguém que faça! (Lembro a minha “licença sabática” em relação a esta e a outras realizações da Associação. Estarei só com a revista que, por motivos já publicitados, sairá por alturas do Natal próximo.)

1- PRIMEIRA HIPÓTESE: Encontro em Gaia.

Quem avançar para orientar o Encontro em Gaia terá dificuldades acrescidas. As hipóteses de ocuparmos o tempo com actividades extra, em Gaia ou no Porto, estão já bastante exploradas. Uma palestra para sábado? Talvez. Sarau cultural? Nunca tivemos grande êxito. Passeio “peripatético” pelos lugares de então? Amigo Aventino, esses lugares estão de tal modo reduzidos e confinados que tal passeio seria mais “patético” do que “peri”!

Não sei! Mas pode haver quem tenha novas ideias! Sobretudo aqueles que defendem a oportunidade da realização do próximo Encontro em Gaia terão uma palavra a dizer.

2- SEGUNDA HIPÓTESE: Encontro em Beja.

De certeza que leram o artigo do António Vaz que saiu na mais recente Palmeira, na pág. 3. Ele prontificou-se para, se ajudado, explorar essa hipótese.

TEMPUS FUGIT.

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