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2014-03-02

José Manuel Lamas - Navarra - Braga

Naquela mesa repleta de gente cortês

Comungando de amisade tão singela

Vindo dos Arcos tivemos o Marquês

E tivemos o Duque de Palmela

 

Para aos demais não faltar com o respeito

Aqui deixo meu recado

Trago-os sempre no peito

Muito agradeço por terem lá estado.

 

Aquele abraço

Zé Lamas.

2014-02-28

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez







Anda, dá-me a tua mão e vem comigo

Que quero revelar-te os meus segredos, 

Lembrar-te tudo que passei contigo

Contar-te os meus receios e os meus medos.

Aquilo que foi riso e foi castigo

As horas tristes e os instantes ledos.

Assaltou-me a saudade nesta altura

Rondando muito perto a sepultura.

 

De tudo aquilo que sei:

Não vou ler-te o livro inteiro

Mas sim de modo sucinto

Dizer-te as coisas que sinto

No meu coração, primeiro:

Umas palavras pequenas

Só três palavras apenas;

E elas são,

“Sempre te amei.”


Ao teu lado cresci, fomos brincando,

Tinhas tranças morenas com lacinho,

E olhos vindos do céu, de contrabando,

Que alumiavam o chão do meu caminho.

E outros novos sentidos devassando 

O tempo foi correndo de mansinho.

Agora esse mundo que foi meu

Sinto que todo ele se perdeu.


De tudo que me lembrava,

Não vou ler-te o livro inteiro

Mas sim de modo sucinto

Dizer-te aquilo que sinto

No meu coração, primeiro:

Umas palavras pequenas

Só três palavras apenas;

Nesse tempo

“Já te amava”


Surgiste mulher feita num momento

Fizeste amor comigo sem ter lei

E afastaste de mim o sofrimento 

Nessa primeira noite em que te amei.

Soubeste adivinhar meu pensamento

E deste-me a verdade que sonhei.

Por fim, só me trouxeste a amargura,

Que me tornou a vida em desventura.


Nada disso reclamei

Nem vou ler-te o livro inteiro

Mas sim de modo sucinto

Dizer-te aquilo que sinto

No meu coração, primeiro:

Umas palavras pequenas

Só três palavras apenas;

Só dizer:

“Como te amei”


Hoje, na minha praia há só agrura

Porque tua barca teve de partir

P´ra cruzar outros mares de loucura:

Cuida que não naufrague em teu porvir.

Mas quando a luz do sol já for escura

E estiveres cansada de carpir

Pensa que estarei por ti a esperar

Até que tu decidas regressar.


De nada disso reclamo

Nem vou ler-te o livro inteiro

Mas sim de modo sucinto

Dizer-te aquilo que sinto

No meu coração, primeiro:

Umas palavras pequenas

Só três palavras apenas;

E porque eu

“Ainda te amo”

 

Arcos, Fevereiro de 2014

2014-02-27

António Manuel Rodrigues - Coimbra

Acabo de ler a notícia da morte do nosso querido Pe. Augusto.

Todos ou quase todos guardamos memória da sua humanidade, do seu saber e da sua excelência.

Que voltemos a encontrarmo-nos onde ele está. Será para nós uma boa garantia.

António Rodrigues - Coimbra

2014-02-25

Ricqrdo Morais - Macedo do Mato

Acabo de chegar de Vinhas onde assisti ao funeral do padre Augusto, que foi professor de muitos de nós e de quem mantemos muitas memórias, no meu caso todas boas. Não sei o que tinha estudado de pedagogia mas não me lembro de alguma vez ele ter agido de forma negativa connosco. Veio acompanhado pelo Padre Leonel. que informou a família e os amigos sobre os seus últimos tempos. Representou a família o Benjamim, atento a tudo. Na missa concelebrou o padre João Gomes Pires, com quem me desencontrei entre a igreja e o cemitério. De Vinhas é o Paradinha e o Alcino. Tudo aconteceu sob chuva, granizo e vento num dia feio até para um funeral. O seu desaparecimento é uma perda para todos.

2014-02-24

manuel vieira - esposende

Faleceu ontem em Guimarães o Padre Augusto, que foi professor de vários dos nossos colegas como o Arsénio e o Diamantino, a quem lecionou várias disciplinas, entre elas a Matemática, a Física e a Química, tendo deixado boas marcas.

Faleceu em Guimarães onde residia e as cerimónias religiosas terão lugar na Igreja dos Redentoristas naquela cidade, com início pelas 11 horas de amanhã, terça feira, indo depois a sepultar na sua terra natal na região de Trás os Montes.

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