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2013-12-15

José Manuel Lamas - Navarra - Braga

Almôço, seguido de bar aberto

Aconteceu, em casa minha

Companheiros vieram de longe e perto

E até do Nordeste... veio o Samorinha

 

Aquele abraço

Zé Lamas.

2013-12-15

ANTÓNIO GAUDÊNCIO - LISBOA

Claro que não me imagino a beijar o Arsénio, Barros e Assis e a dizer-lhes :«amo-vos» mas, com muito gosto, agradeço o esforço, a dedicação e o bom gosto que os três puseram na feitura desta PALMEIRA. 

A revista está muito bem apresentada, tem um conteúdo equilibrado e lê-se com agrado. E não me digam que sou suspeito na matéria pois, como muito bem disse o Aventino ( obrigado meu caro Aventino por essa lição de mestre sobre o ritual do Gin) « quem  nela escreveu, apenas nela escreveu». Daí a minha liberdade para dizer que gostei deste número da Palmeira, para felicitar os três " mosqueteiros " e para os incitar a prosseguirem com a tarefa de nos surpreender na próxima primavera.

Mas....... vamos ao mas. Nas contas que nos apresentaram verificamos que, embora os custos não pareçam exagerados, verificamos que as contas não batem certo. Seremos nós forretas, sovinas ou esquecidos? Eu inclino-me para a última hipótese. Por isso, meus caros companheiros da AAAR vamos estar atentos a esse pequeno gesto de comparticipar nas  despesas da Palmeira, uma vez que o trabalho e dedicação dos seus feitores não são contabilizáveis. Se o fossem.........

Não sei se esta vai ser a minha derradeira entrada antes do Natal por isso aproveito o ensejo para enviar a todos os meus amigos da AAAR os votos de um Natal Feliz. Que cada um o viva a seu jeito e a seu gosto.

2013-12-13

Arsénio Pires - Porto

Obrigado, amigo Martins Ribeiro pelas incentivadoras palavras que diriges ao Grupo Coordenador da Palmeira.

Em nome dele, aqui venho agradecer.

Sabe sempre bem ouvir apreciações sentidas como as tuas. O reconhecimento do trabalho e valor dos outros prende-se com a linguagem dos afectos que nos foi vedada, a nós os ex, quando mais dela tínhamos precisão. Por isso, não é de estranhar que sejam tão poucas as opiniões aqui aparecidas sobre a Palmeira. Ficámos no casulo da repressão dos sentimentos e temos até pudor em dizer bem dos que nos são mais próximos.

Custou-nos muito aprender a beijar alguém e confessar: Amo-te!

Quanto às gralhas, claro que as há. Talvez só nós, que contámos uma a uma as letras da Palmeira, saibamos em que ramos elas pousaram! Mas, como diz o Barros (que disso percebe profundamente), "Não há livro PERFEITO em que não pouse uma gralha!"

O nosso GRANDE abraço para ti, amigo, sempre atento ao que nos faz sentir bem connosco e com os outros.

2013-12-12

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

A PALMEIRA

Apareço hoje aqui mais uma vez para falar da nossa Palmeira que se apresenta com a mesma gala de sempre. Magnífica no aspecto gráfico, muito bom papel e cheia de valioso conteúdo. Nele sobressai - e muito bem - a referência ao inesquecível encontro do Douro, a Crise do Ricardo H. Morais e pela escabrosidade do tema (desculpai a minha aversão) do pretenso direito ao  “amor deles e delas” e que já em tempos foi abordado com mais detalhe neste mesmo espaço. 

Entendo que o Arsénio, quando anunciou o gaudium magnum da sua apresentação, não tinha nada que pedir desculpa de qualquer imperfeição porque, se existia, eu não dei por ela.

Só agora estou a expressar a minha opinião sobre a revista porque, como diz o nosso Né Vieira, ela é um documento de sofá e eu assim fiz, reclinei-me num deles e, aproveitando o calor do borralho, fui sorvendo  com prazer o requinte da sua leitura. Endereço os parabéns aos seus artífices porque não desaprenderam nada da arte de que já tinham dado provas. E fiquem descansados que a minha contribuição está assegurada e não vai faltar, que eu não sou pessoa de ferrar o “cão” a ninguém, muito menos a tão insignes companheiros. Mas isso, pelo que sei, é com o Assis. Grande abraço!

2013-12-09

manuel vieira - esposende

A Palmeira chegou já a todas as casas e mereceu certamente uma leitura atenta, antecipando a fraseologia natalícia que começa a invadir  o nosso dia a dia.

É um documento de sofá, para se ir lendo em alguns casos, noutros devora-se até ao tutano.

É o resultado de um esforço voluntarioso e espelha o nível literário que caracteriza o grupo.

Boa qualidade gráfica e de papel dão o toque prestigiante de cada edição.

É o sopro que bafeja e fortalece a Associação, retendo a dimensão de um grupo que tem raízes.

Será que a opinião dos seus eleitores é importante para quem constrói essa revista?

É um tema velho certamente, perante leituras novas, sempre.

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