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2014-05-07

Assis - Folgosa

Se a Revolução Continua, é sinal de que ainda a AAAR ainda está viva.

Como há dias aqui deixei escrito comecei a leitura das vossas intervenções. Da leitura feita, mesmo que sem grandes cuidados, dou-me conta de que existe uma pequena contenda relativamente ao próximpo encontro geral.

Tentei reler a acta a que alguns se referem. Não a encontrei. Talvez ela não tenha sido elaborada pelo escrivão de serviço...Uma falha, se tal aconteceu.

Recordo, todavia que se debateu na altura esse problema e creio que ficou decidido que Gaia seria o local a acolher a Assembleia Geral de dois em dois anos.

Não estando eu ligado a qualquer partido, embora já tenha sido considerado por alguém seguidor de vários, até posso dizer que entre si antagónicos, tenho de confessar que me considero apartidário, mas democrático, porém duma democracia que em nada se parece com aquelas que nos têm governado nestes últimos anos.

Gostava de ir já este ano conhecer a cidade de Beja, cidade que ainda não visitei. Todavia, tenho de aceitar a votação da Assemblei Geral que votou no sentido acima referido. Estou pois disposto a aguentar mais um ano - hoje faço já 72 e posso não chegar aos 73... - e esperar por 2015 para a desejada visita.

E tenho dito. Espero que sem ofender quem quer que seja.

Abraço

2014-05-07

António Peinado Torres - Porto

Bom dia amigos e companheiros AARS

Aderi desde o lº momento ao encontro de Beja e mantenho a minha inscrição ( casal Peinado ),

Se foi aceite em Assembliea Geral que os ENCONTROS NACINAIS fossem realizados de 2 em 2 anos em Vila Nova de Gaia, o encontro de Beja será , não tenho dúvidas um GRANDE ENCONTRO, mas de caracter REGIONAL, mas meus amigos para que a escrita não azede, torna-se imperioso que se organize o ENCONTRO NACIOANAL  este ano e em V N DE GAIA.

Se o encontro se realizar, e em data disponível para mim, estarei lá presente e na respectiva Assembleia Geral farei uma proposta para alterar essa resolução

Já aqui escrevi e tenho dito aos meus companheiros de convívio que não concordo com essa resolução ou se quizerem IMPOSIÇÃO, já o disse e volto a dizer que somos muitos, mas poucos marcam presença, porque será, e porque será que quando fomos a MESSINES ALGUNS TIVERAM QUE FAZER 900 kMS , OUTROS 600 e o autocarro foi cheio ?

Em Gaia aprendi a ser disciplinado e obtive conhecimento e cultura, mas também fui intimidado por terrorismo ESPIRITUAL

Que tenhamos descernimento e concórdia entre todos nós, mas sem abdicar-mos dos nossos sentimentos e pontos de vista.,

Voltarei

Peinado

2014-05-06

aventino pereira - Porto

A REVOLUÇÃO PERMANENTE

Agora que vejo o escrito do Alexandre sob o título "encontro nacional 2014" vem-me todo o TROTSKY e a sua REVOLUÇÃO PERMANENTE. De facto, há muitas formas de esvaziar os actos, de os fazer esquecer, de desviar o curso da água para onde queremos que vá a água. Isso faz-se como estão a fazer agora.

Assisti, infelizmente, à comunistada a boicotar as assembleias gerais, a criar fantasmas, a lançar a desordem só para que a ordem e os actos democráticos não se realizassem, não chegassem ao fim.

A proposta do Alexandre que a Assembleia Geral da Associação de 2012 rejeitou, consegue-se "aprovar", por uma forma  objectiva e prática como esta que está em marcha, como se, na verdade, a AAAR fosse um líquido que escorre para a revolução permanente de Trostky.

E "lentamente muore...Neruda"

Parabéns.

2014-05-04

Alexandre Gonçalves Pinto - Palmela

 

ENCONTRO  NACIONAL 2O14

 14/15 de Junho

 

Após alguns acertos, e depois de auscultar várias sensibilidades, chegou-se a esta data, que por um lado garante ainda a amenidade da paisagem e do clima alentejanos. Por outro, é o 1ºfim de semana que se liberta de váriois compromissos institucionais, quer para os associados quer para o anfitrião e colaboradores. Estes últimos serão todos os que tiverem uma ideia, uma sugestão, ou qualquer tipo de apoio que se repute de aproveitável. O anfitrião--ANTÓNIO VAZ-- não é muito conhecido porque só recentemente teve contacto com as nossas actividades. Mas esteve presente em Messines e no Douro. Sendo um trasmontano de raiz, fez um transplante eficaz no sul, sem danificar a origem. O sul no caso é Beja, que ele conhece como a palma da mão, não só por ali ter exercido a sua actividade profissional como Prof. de História mas também pelo seu particular interesse em conhecer e mostrar a sua cidade adoptiva, bem como outros pontos de interesse cultural e turístico vizinhos.

O formato inicial terá como ponto de partida o Seminário de Gaia, onde se concentrarão os sócios vindos do norte. Um autocarro de 50 lugares partirá então, bem cedo, em direcção a Lisboa, onde recolherá o pessoal do sul. Haverá meia hora de descanso obrigatório, após o que rumaremos todos para a celebração da planície. Depois do almoço, que se presume seja a fartura aromática do imenso alentejo, teremos visita guiada pela bela Pax Julia. À noite teremos um serão cultural sobre a temática da planície alentejana, com poetas portugueses e mouros a captar o esplendor deste sul distante, mas tão perto duma história colectiva, que influenciou em granbde parte a identidade nacional.

Acordaremos já perto do verão, para uma atmosfera luminosa e leve. Essa respiração matinal seduzir-nos-á até Serpa, ali ao lado, para novos motivos de espanto. Já não demora o almoço da despedida, esse acto litúrgico, onde seremos oficiantes do melhor vinho do mundo, do mais puro queijo da terra, dos sabores mais preservados da nossa alegria. Misturaremos então o pão, o azeite, o coentro, o poejo, o orégão, o espargo, o cogumelo, o cordeiro e o porco preto da bolota. Regaremos a tinto ou a branco estes excessos amorosos, como quem planta oliveiras e vinhas no currículo da PALMEIRA, para que ela nos sobreviva intensa e agressiva na mais doce amizade. O regresso será mais um hino de glória, a juntar à memória acumulada.  

2014-05-01

José Manuel Lamas - Navarra - Braga

Como a vida continua e de nós muito exige , estou de volta saudando a todos e a ti " amigo Assis " dizer obrigado e que os abraços quando são especiais e fraternos chegam sempre a tempo, nunca são tardios .

Aquele abraço.

Zé Lamas

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