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2014-06-20

antónio Peinado Torres - Porto

Bom dia Companheiros e Companheiras

O ENCONTRO DE SEJA ACONTECEU

É pura verdade, devido à sugestão do Vaz, do entusiasmo do Alexandre e segundo este, à ajuda prestada pelo Arsénio, Assis e Nabais, o convívio realizado nos passados dias 14 e 15 foi , como sempre tem sido muitissimo bom, quer de relacionamento , quer de henrequecimento cultural.

Iniciei assim este texto, pois é bom que todos nós que temos vida e dinamica, devemos dar um pouco de nós à nossa ASSOCIAÇÃO, deixarmos de ser espectadores de bancada e sermos mais participativos.

Não foi um convivio de discursos, mas muitos tomaram o uso da palavra e de agrado geral, mas não posso deixar de enviar uma palavrinha ao Arsénio

Todos nós temos plena consciência de que o Arsénio tem tido um papel fundamental na nossa ASSOCIAÇÃO, e ouvi-lo dizer que está cansado  e sem inspiração, meu caro AMIGO E COLEGA, isso não é para muitos de nós, nós nas tuas palavras sentimos é que TE SENTES DESILUDIDO, ultrapassa essa situação psicológica, convive com as críticas que por vezes te são dirigidas, porque tu és altamento consideado por todos nós, na vida nem sempre colhemos o que semeamos, também encontamos os espinhos que algnus nos colocam, umas vezes sem querer, outras por distração.

Meu caro amigo , vais ser operado e que tudo te corrabem

O Nosso Frei Assis deu a notícia de que iria ser realiza em Gaia O GRANDE ENCONTRO, de dimensão reduzida pois será de apenas um dia, sobre ste tema apenas um reparo, já deveria ter sido anunciado, bem como a sua data, só participará quem estiver disponivél, mas será de BOA NOTA , que os presentes sejam muitos, pois gosto muito de abraçar os COMPANHEIROS e cum primentar as COMPANHEIRAS, aue são bastantes as senhoras que nos acompanham, são bim vindas, pois são FLORES NAS JARRAS.

Para finalizar, o nosso companheiro GONÇALVES DIAS chega no dia 3O de Junho e parte no dia 27 de Julho, em colaboração com o Assis iremos organizar um pequeno encontro, já que o estado de saúde deste nosso colega não é o melhor, em principio será em CHAVES  e nodia 19 próximo, estamos a aguardar  a confirmação por parte do Gonçalves. O Gonçalves é do meu curso, um bom colega e amigo, um rapaz muito sorridente e muito divertido e dava pela gentil alcunha TU ÉS MÚSICO

Voltarei

Peinado

2014-06-13

Alexandre Gonçalves - Palmela

BEJA, A PLANÍCIE SEM SOMBRAS

 

Na brancura da cal o traço azul

Alentejo é a última utopia.

Todas as aves partem para sul 

todas as aves: como a poesia.

Manuel Alegre

 

Já bebemos o rio douro, desde o alto da Galafura. E com o douro, veio o norte vinhateiro, e o vinho espiritual que se derrama em cascatas por esses épicos socalcos. Subimos a montanha sagrada do maciço central, onde os deuses se refugiam da nossa distracção, criando abismo de vertigem e de mistério. Águas abundantes, vales paradisíacos, cobiças alheias, refúgios primitivos de cristãos e mercenários. Consequentemente, castelos semeados pelos montes, grossas muralhas envolventes, definição de fronteiras sempre em risco. Tabém já provámos as paisagens do sul muçulmano e o doce clima mediterrânico que as alimenta. Em suma, pequenas incursões no belíssimo rectângulo que se expande paralelo ao Atântico, sempre a abrir-nos caminhos novos, sempre a surpreender-nos com uma diversidade de encantos e múltiplas sugestões de outros itinerários. A nossa memória associativa alimenta-se desta energia, que é prazer, cultura, comunidade. Isto é, um conjunto  de actos quase litúrgicos, com regras mínimas, preços módicos e um resultrado claramente superior ao investimento. Sem estes encontros, promovidos em espontâneo voluntariado, a Associação tenderia a definhar e a perder toda a sua significação. É sabido como ela não tem herdeiros. A sua vitalidade está a prazo. Mas podemos prolongar-lhe uma existência de qualidade por muito tempo e para benefício real de muita gente.

 Desta vez, o destino é a planície, o alentejo sem sombras. Campos abertos, carregados de luz, onde recentemente chegou a água. E os efeitos começam a ver-se. Olivais, trigais, laranjais e tudo o que acaba em ais, como vinhedos, desportos , turismo de excelência, tudo isto faz deste imensa e variada paisagem um tempo de ser feliz. Embora a terra seja pouca para muitos e muita para poucos, numa síntese feliz de Alegre, a planície é hoje um lugar disputado pelos mais diversos interesses de ordem económica, turística, cultural, gastronómica. Porém, nem isso atrai o turista português, mais habituado ao ouvido que à experimentação. A A2 rasgou uma via rápida para passar de lado e ao largo, na pressa de mergulhar nas águas quentes e comuns do Algarve. Beja, Évora, Elvas e Portalegre ficam de fora destes itinerários parasitas, que arrastam sazonalmente os nossos corpos e as nossas mentes, em turismo de massas, para um sul estranho, abarrotado e caótico. O Alentejo interior e até o litoral, apesar das muitas iniciativas autárquicas a promovê-lo e a equipá-lo de múltiplos focos de atracção, são em grande parte desconhecidos do grande público português. Passam e não reparam. É a cultura da imitação, do magote, do ruído institucional. Beja dá-nos silêncio, serenidade, horizonte. O ar é puro mas no verão transforma-se em fogo. Mas este fogo não resiste ao sumo vital da uva, branca ou tinta, que, por vales e cabeços, arrasa as sedes mais asfixiantes . Ver Beja e terras adjacentes é iniciar-se na arte de descobrir gostos e sabores, em que os corpos e as almas se equilibram harmoniosamente, como se fossem felizes.

Ó gloriosos filhos da palmeira, vinde por aí abaixo sem remorso nem hesitações!!! Vinde e iniciai-vos na arte desta descoberta. E prometer-vos-eis que haveis de regressar. Porque nós fomos feitos para a luz.

PS. Desculpem as alterações programáticas da última hora. Sobretudo o M.Ribeiro, que dá cartas sobre o assunto. Assim, teremos de voltar à primeira forma, em virtude das altas temperaturas previstas para esses dias. O sábado não sofre alterações. Mas no domingo, após o pequeno-almoço, partiremos de imediato(8.30) para Serpa, aproveitando a frescura matinal. Duas horas depois, tomamos o rumo da barragem do Alqueva, com uma pequena paragem em Moura para um café repousante. Vamos finalmente almoçar ao restaurante "País das Uvas", inicialmente proposto. O motivo da alteração anunciada foi ultrapassado, pelo que o almoço de encerramento da jornada será em Vila de Frades(Vidigueira), com a duração aproximada de três horas. 

2014-06-12

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

 

 

 

Muito bem, rapaziada amiga, não há mal nenhum na mudança do restaurante para o almoço de despedida, sobretudo para o que foi anunciado. Esta alteração para mim até tem uma certa piada, pois já o conheço por lá ter comido uma vez. De facto, e como dizem, o mundo é mesmo pequeno, não há dúvida. Como vedes, se me quiserdes contratar para cicerone para essas bandas cá estou eu e acho que não vos deixaria ficar mal. Até lá então.

2014-06-11

manuel vieira - esposende

ENCONTRO DE BEJA

Por motivos de doença inesperada do dono do restaurante “País da Uvas”, na Vidiguei-ra, onde tencionávamos ter o nosso “Almoço de Despedida”, tivemos que fazer uma pequena alteração ao programa inicial.

Assim, o nosso percurso não incluirá Vidigueira. Sairemos, então, de Beja directamente para Alqueva, onde visitaremos a barragem, e rumaremos, passando por Moura, até Serpa onde teremos mais tempo para visitar o Museu dos Relógios e o Museu Etnográ-fico. Aqui teremos o nosso “Almoço de Despedida” no restaurante 

Restaurante“MolhóBico”                                                                                                   RuaQuente Nº1 Serpa

(+351) 284549264 Ver: molhobicoserpa@hotmail.com

Participantes no Encontro

Casais:

António Gomes e Balbina

António Martins Ribeiro e Conceição

António Peinada e Zulmira

António Rodrigues e Silvina

Arsénio Pires e Carolina

Augusto Lontro e Conceição

Bernardo Cardoso e Luísa

Delfim Pinto e Dulce

Domingos Nabais e Micas

Eugénio Campos e Matilde

Fernando Campos e Joana

Francisco Varandas e Maria de Lurdes, e Ana (neta)

Jerónimo Lopes e Lídia

José Eugénio e Maria do Céu

José Maria Pascoal e Fátima

José Maria Pedrosa e Manuela

Luís Guerreiro e Irene

Manuel Simões Santos e Adelaide

Mário Lage e Adília

Individuais

Alexandre Gonçalves

António Fernandes da Silva (Meira)

Davide Vaz

Francisco Assis

Júlio Alves

Ricardo Morais

Inscrições sem viagem no Autocarro:

Alípio Pinto (almoço de sábado e Visita de Beja)

António Vaz e Guida

Fernando Viterbo e Carolina (programa completo)

Manuel Fraga e Nelli Holmes (programa completo)

 

2014-06-09

manuel vieira - esposende

A casa do Assis, lá no monte de onde se avista o mar, acolheu ontem 20 pessoas e ainda cabiam mais uns pratos, com um solinho a mostrar o encanto das serranias e a verdejante natureza.

Fomos à “Favada” da criação do Assis e pareceu-me um dia curto.

Umas entradinhas de queijinhos curados muito bons, enchidos e umas alheiras passadas na brasa vindas dos lados do Douro, magníficas, broinha de milho, vinhos vários  acalentaram as almas.

Antes já dera abraços largos ao Adolfo, ao Morais e ao Alexandre vindos de longe e também aos costumeiros  e ao Guerreiro e esposa que estão por cá de férias.

Cestinhas de cerejas convidavam à prova.

Na brasa o Zé de Castro e o Meira davam ao fole e dali saíram umas costelinhas e uma boa posta no ponto.

Um tacho grande de favas criadas pelo Assis apurava sabores com o chouriço, presunto e o toucinho magro, com os aromáticos certos. Ao lado a panela de um arroz farto de aromas e sabores completou a ementa e distribui-se pelas 2 dezenas de pratos.

Depois vieram sobremesas magníficas, mesmo boas a completar o repasto, onde não faltou o cafezinho, as aguardentes e os licores. Conversamos, convivemos e dissemos para outros lerem: como foi bom ir a Orbacém ! Um obrigado grande ao Assis e à esposa pela grande disponibilidade e um obrigado a todos os que estiveram presentes pela forma tão agradável que deram às horas que ali vivemos.

O nosso colega Fernando Echevarria lançou mais um livro de poesia intitulado “Categorias e outras paisagens” da editora Afrontamento e só o soubemos pelo artigo da revista ATUAL que acompanha o Semanário Expresso, da autoria de Pedro Mexia, que lhe dedica uma página inteira.

O artigo vem titulado “uma austeridade feliz” e depois diz : De Fernando Echevarria, o mais intemporal dos nossos poetas, eis uma obra extensa e densa, em que o acto de ver é pensamento”

São poemas breves, mas sempre densos e subtis numa edição com 512 páginas e um formato a que já nos habituou. Um abraço de parabéns ao Echevarria.

Beja é já no próximo sábado e é importante o cumprimento dos horários sobretudo em Gaia, estando prevista a partida do autocarro para as 6h29 para que a chegada a Lisboa seja pelas 10h00.

relembro que o colega Sampaio Gomes apresenta o seu livro na próxima Quarta Feira em Gaia, pelas 18 horas, conforme consta na minha mensagem anterior.

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