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2014-01-02

António Peinado Torres - Porto

 Bom dia e FELIZ ANO NOVO.

 Ainda a Palmeira. Parece-me que será mais importante receber e tratar sugestões, que dar respostas imediatas, fico com a ideia de que está tudo resolvido e bem feito, e todos sabemos que não é assim.

 Parece-me que o facto de não haver devoluções da revista, é considerado um facto positivo.

 Dos 300 ARRS que a recebem, sabemos quantos a arrumam para um canto, ou quantas vão directamente para o lixo ?

 Que eu me lembre nunca recebi qualquer questionário a pedir sugestões que acompanhasse a revista, e se quizermos fazer um pequeno exercício de memória, sempre que sai um número os Coordenadores solicitam neste SITE comentários, e quantos respondem ?

 Alinhei na sugestão do Aventino porque a achei pertinente e com pernas para andar, pois entendo que se pode apresentar um produto muito mais atractivo e com mais e bons conteúdos, e não entendo como se pode produzir uma revista, ainda que sem fins lucrativos, com prejuízos.

 Meu caro Amigo Arsénio já disse a alguem que tu bem conheces e agora escrevo para os AARS em geral, que dou mais importância a este SITE do que à REVISTA.

 As conversas que aqui estabelecemos são interactivas, como esta que agora estamos aqui a ter.

 Polémicas não é comigo, tenho muito com que me entreter, apesar de ter terminado com a minha actividade profissionel no passado dia 3 de Janeiro, tenho outras ocupações de tempo e uma grande parte dele a tratar dos meus males, mas ainda me vai sobrando tempo para me relacionar com os meus amigos e dedicar-me a pequenas actividades.

 Não quero alongar mais a escrita, e termino como iniciei FELIZ ANO NOVO Voltarei´ Peinado

2013-12-31

Alves Diamantino - Terras da maia

As borbulhas são…..

 

Com elas se melhora a memória espacial, se gravam novas memórias.

São uma combinação única no estilo e qualidade. A todos seduzem,

quer as tratem pelo masculino ou feminino, face ao seu poder e elegância,

ou equilíbrio e delicadeza.

Divinas borbulhas!

Alimento básico da alma, ração essencial da felicidade. Num só pensamento,

entrelaçam seres humanos, na expressão dum só desejo e uma só aspiração.

Num repente, se esquecem passados e se lembram futuros venturosos. Num

fugaz momento se harmonizam os ais das emoções.

Mas os melhores momentos, sempre combinam com os melhores champanhes

e com os melhores amigos.

Convido-vos, estimados AARs, a contemplar a persistência das borbulhas.

Escutemos em silêncio o suspiro dum “brut”, antes de, suavemente ser vertido

 para o bocal da “flute”. Observemos  a “perlage” antes que a sofreguidão do

palato a destrua.

Tim, Tim…..

Brindemos à maior dádiva que temos, a vida, deixando-nos impregnar

pelo natural artifício do fogo das borbulhas.      - FELIZ ANO 2014 -

 

 

2013-12-30

Arsénio Pires - Porto

Peinado, agradeço teres entrado neste diálogo sobre a Palmeira.

Vou fazer algumas considerações sobre o teu post.

1. Já não é a primeira vez que referes o pequeno tamanho da letra. Gostaria de corresponder à tua sugestão mas, como vês, lutamos com falta de espaço pois só temos 20 páginas. Se aumentarmos ao tamanho da letra, então haverá ainda menos variedade de artigos e autores.

2. O Grupo Coordenador continua a ser o mesmo: Arsénio, Assis e Nabais. O Barros é o responsável pela coordenação gráfica. Falei nele porque alguns temas pertinentemente levantados pelo Aventino se referem à sua intervenção estética na Palmeira. Isto dito, convirá saber que todos trabalhamos em equipa com os coordenadores regionais.

3. Peinado, o Grupo Coordenador deveria ter “mais elementos activos” ou elementos mais activos?

Se te regeres ao número de elementos, penso que os actuais são suficientes… contando com os dois coordenadores Sul e Norte. O nosso problema é, UNICAMENTE, a falta de verba para podermos tirar mais números, aumentar o número de páginas e, consequentemente, o número de colaboradores. E, pelos vistos, não há Troika que nos valha. Estamos com um défice tremendo! Os mercados estão cada vez mais fechados!!!

4. A tua sugestão é interessante: “um grupo de AARS que garantissem uma cotização que financiasse os custos”. Como concretizá-la? Poderia ser um caminho a explorar. Haja ideias e… voluntários!

Amigo Peinado, obrigado pelas tuas achegas.

Bom seria que outros aparecessem! Para este diálogo não faz falta ter grandes dotes literários. Basta falar. Livremente. Com quem conversa num grupo de amigos.

Bom Ano 2014 para ti e para todos os que nos lerem (embora muitos fiquem calados!).

2013-12-30

António Peinado Torres - Porto

Este site e a PALMEIRA estão vivos Obrigado Aventino por teres atirado a PEDRA NO CHARCO, não pondo em causa o labor e toda a boa vontade do GRUPO COORDENADOR, a quem em tempos chamei TRIO MARAVILHA, mas afinal é um QUARTETO, a revista teria muito mais interesse se fosse mais diversificada em rúbricas e temas. Para concretizar essa transformação o GRUPO COORDENADOR, teria de ter mais elementos activos, e um grupo de AARS que garantissem uma cotização que financiasse os custos. Não é tarefa fácil, mas havendo vontade e determinação, é mais que possivel, matéria prima não falta, torna-se necessário é despertar , como dizia o nosso Presidente num seu escrito " ELES AOS POUCOS VÃO APARECENDO ". Já agora falando na PALMEIRA, li e gostei, mas volto a dizer que é necessário ter em conta que o público a que se destina SÃO SÉNIORES. o grafismo deve ser maior, pois para ler com ajuda da lupa torna-se penoso. A todos FELIZ ANO NOVO Voltarei Peinado
2013-12-29

Arsénio Pires - Porto

Aventino e colegas, falemos, então, da Palmeira.

É de opiniões assim que eu gosto. O Aventino falou e não bajulou. Interveio num tom e cadência salutarmente provocadores mas claramente construtivos.

Se calhar, esperam todos por umas palavras minhas que, desta vez, não vão representar a opinião do Grupo Coordenador. E faço-o, sobretudo, com a intenção de que os outros elementos se pronunciem: Assis, Barros, Nabais, e os coordenadores regionais, Alexandre e José Rodrigues. Claro que a antena está aberta a todos os associados e leitores.

 

Vou seguir as alíneas do texto do Aventino que se referem especificamente à Palmeira e que começam no ponto

 

3. Então falemos da Palmeira

a) Reconhecimento.

Mais uma vez devo dizer que sabe sempre bem ouvir palavras de apreço pelo esforço dos que, com sacrifício do seu tempo e etc., têm conseguido trazer (às vezes… arrastar!) a Palmeira até ao seu 36º exemplar. Obrigado em nome do Grupo.

 

b) O nome da revista: Palmeira.

Na Assembleia em que eu lancei a iniciativa duma revista, a ideia não foi entusiasticamente recebida. Alguém, de quem recordo o nome, chegou a vaticinar um número de existência e… nada mais. Quanto ao nome que sugeri, tanto quanto me lembro, recebeu unanimidade. Sinceramente, não recordo, Aventino, que alguém tenha sugerido outro diferente. Mas admito que sim. Contudo, não penso que este seja um tema de interesse para nos ocuparmos dele agora pois nunca iremos “crismá-la” e mudar-lhe o nome. Ela já é de maioridade! Será sempre Palmeira, aquela que a todos viu entrar e sair, aquela que do alto viu os nossos jogos, espiou as nossas amizades (públicas e “privadas”!), sentiu nas suas raízes a nossa tristeza e fome de liberdade e de afectos. Nós iremos e ela há-de ficar. Nós somos mortais. Ela é eterna! Palmeira!

 

c) A qualidade dos seus textos

Desde a sua origem, a Palmeira pretendeu ser apenas e sempre “um elo de ligação” entre aqueles que a aceitaram como tal, na sua grande maioria, os associados de então. Depois foi sendo enviada a todos de quem obtivemos o endereço. Presentemente, ela chega a cerca de 300 ex-alunos. Neste momento, não recebemos devoluções, coisa que aconteceu, por vezes, no início. Temo-nos esforçado por que os seus textos apareçam em português correcto (ortografia e sintaxe); nunca exigimos textos de grande elevação literária, embora eles sejam sempre bem-vindos, pois não é esse o seu objectivo. Penso até que, por vezes, teremos exagerado na quantidade e qualidade dos textos por número, o que pode levar a certo retraimento doutros elementos para colaborar. Pelo menos, tal me têm comunicado neste sentido quando solicito colaboração. Portanto, ficaria muito contente se a colaboração fosse cada vez mais diversificada pelo que aos autores diz respeito embora com “a qualidade dos seus textos apenas suficiente”, como dizes. Isto sem desvalorizar textos como os que têm aparecido de grande valor literário. De tudo um pouco. Como convém a uma plataforma que se pretende seja diversificada, tolerante e respeitadora da diferença. Não me espanta nada que alguém diga da Palmeira que é “coisa de seminaristas” porque, de facto, assim é... de ex-seminaristas. Muito embora, se olharmos, por exemplo para este nº 36, dificilmente alguém dirá tal ao ler a maioria dos seus artigos. Antes, pelo contrário!

 

d) A Palmeira é “um instrumento de separação e de rejeição”.

Este é um tema que merece a nossa atenção. Temos que agradecer ao Aventino o ter focado este aspecto e fico deveras preocupado. Apesar de nunca nos ter chegado informação de que a Palmeira seja o motivo por que muitos dos ex mais novos não se aproximam da Associação, teremos que aprofundar e reflectir sobre isso. E será SÓ esse o motivo?

Poderá ser este um tema para a nossa próxima Assembleia Geral. Concordo, pois este é um assunto que se prende com a continuidade da Associação.

 

Mas, no que à orientação da Palmeira diz respeito, repito aqui o que já várias vezes proclamei pública e privadamente: Desde o início, aquando da feitura dos Estatutos e posteriormente, defendi e defenderei sempre que a Associação não deve ser uma espécie de “Ordem Terceira dos Redentoristas” nem um “Grupo de Excursionistas” ou um “Clube de Literatos”. Neste sentido temos lutado, tanto nas sucessivas listas para a Direcção que tem sido o mais pluralista e abrangente possível, como (e aqui entramos novamente no assunto) na feitura da Palmeira. Na Palmeira têm TODOS lugar: crentes, agnósticos, ateus, nem-uma-coisa-nem-outra, dotados de capacidade literária e menos dotados literariamente falando. Uma condição: Liberdade de ideias e respeito pelas pessoas na sua diversidade. As ideias combatem-se. As pessoas respeitam-se. A Palmeira não tem complexos de qualquer índole. Aceita todos os “odores” desde que não firam a pituitária de ninguém! Somos um grupo tão diferente que toda a diferença deve ter lugar! A Palmeira já atingiu a maioridade e, por isso mesmo, a experiência lhe ensinou que todos e cada um de nós tem o(s) seu(s) credo(s) que alimenta como absoluto(s) e a quem se agarra para não fenecer abandonado numa esquina qualquer.

 

e) As cores da Palmeira

Entendo o que queres dizer, Aventino. De facto, desde que passámos a publicar a Palmeira a cores (há coisa duns 3 ou 4 números) temos seguido a orientação do Barros que, por formação profissional, nos tem orientado. Esta orientação tem optado por, em cada nº, escolhermos uma cor diferente que se define pelo background do título “Palmeira” em conjugação com a ilustração da 1ª pág. Por exemplo, neste último nº há quatro cores (amarelo, azul, magenta e castanho) três das quais se repetem ao longo dos artigos: azul, magenta e castanho.

Mas concedo que talvez pudéssemos optar por um só grupo de cores durante um ano  inteiro. Talvez houvesse mais “unidade”? Não sei..

 

4. O que há a fazer

a) “A Palmeira é pequena em dimensão”, dizes. E acrescentas: “Uma revista com 50 páginas, pelo menos.” Quem nos dera!, digo eu.

Mas, também aqui o ideal se afasta da realidade. Olha só:

Cada edição da Palmeira (com 20 páginas) custa 1.220 euros.

As nossas contas: Resultado negativo do ano 2012:  € 913,51.

 

b) Colaboradores.

O que sugeres é mais ou menos o que acontece. Há já os que tu apelidas de “permanentes” e os outros que vão aparecendo sempre que os convido. Alguns, como disse atrás, inibem-se porque, dizem, não ter a qualidade literária que julgam necessária para não “ficar mal perante os outros”.

A “obrigação ética” não me parece ser um caminho motivador.

 

c) Criar rubricas.

É uma ideia a voltar a explorar. Lembras-te das rubricas “Porque saí?” e “Porque entrei?” Depressa acabaram por falta colaboradores. Das rubricas iniciais só resta “A Solidão dos Agapantos”. Mas vou ter essa sugestão em conta.

 

Quanto às outras duas alíneas penso que já falei ao longo do texto.

 

Aventino, abriste a antena. Só tenho que agradecer-te. Sinceramente.

É de esperar que outros se manifestem seguindo os temas e questões que levantaste. Expus livremente a minha opinião mas estou aberto a aceitar toda e qualquer sugestão que seja consensual.

Grande abraço e Bom Ano de 2014.

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