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2014-09-22

Arsénio Pires - Porto

Um ÊXITO!

Fomos 59 os que participámos no Grande Encontro Nacional 2014.

Este Encontro Nacional caracterizou-se por ter sido realiazado à volta dum fogareiro donde iam saindo carnes várias (frango, fêveras, entremeada, chouriço), regados por vinhos verdes e maduros,  proporcionando um convívio franco e desinibido entre todos.

Os pequenos grupos iam-se formando e desformando aqui e ali; todos conversavam com todos. O facto de o piquenique ser feito no que resta do antigo bosque da Quinta da Barrosa favoreceu muito o convívio à mesa, coisa que o hotel em parte dificulta.

Só assim se compreende que já as 20:30 horas tinham chegado e alguns ainda gastavam as últimas palavras.

A repetir!

VIVAT

2014-09-22

JOSÉ MANUEL LAMAS - NAVARRA-BRAGA

 

 

 

 

Foram juntos e separados

Eram ainda pequeninos

Ei - los de novo encontrados

A sentirem - se meninos. 

2014-09-22

manuel vieira - esposende

O dia de sábado "ajeitou-se" para a nossa pretensão: um dia diferente na Quinta, respirando antes o ar entre paredes e terminando em conversa amena em espaço bucólico protegido onde se sentiram também os cheiros da grelha fumegante. Conversaram-se algumas horas, percorreram-se os pequenos grupos, sentiu-se momentaneamente o fresco da chuva, ouviram-se os magníficos jograis, sentiu-se o tempo que já foi.

Cerca de meia centena passaram por lá e percebeu-se que as sombras protetoras dos canaviais plantados, o arvoredo silencioso, a avenida com as uvas americanas cheirosas, foram um cenário feliz.

Quem não esteve perdeu estas sensações... e uma palavra de agradecimento à equipa que permitiu estes tempinhos tão bons.

2014-09-22

José Manuel Lamas - Navarra - Braga

 

 

 

                      No dia vinte saí de casa

              Encetando marcha não vagarosa

              P'ra comer uma fêvera na brasa

              Lá p'rà quinta da Barrosa

 

 

              Cumprimentando os demais

              Logo após que cheguei

              Acompanhado pelo Nabais

              Fui tratado como um rei

 

              Fui eu mais a minha mulher

              Pois quando prometo não falho

              Mas depressa voltei e a correr

              Tinha que voltar p'rò trabalho

 

 

 

      E ; aquele abraço

 

                                    Zé Lamas

2014-09-22

Ismael Malhadas Vigário - Braga

Não vou esperar mais. Vou partilhar as minhas impressões com os amigos da AAAR.

Tudo correu bem, a generosidade dos órgãos gerentes dos Ar’s, o pic-nic que, embora não sendo à moda de Manet, houve qualquer coisa de Cesário e muito, mesmo muito de todos nós, a nossa identidade que, apesar de problematizarmos sempre, ela existe e o futuro, o futuro a Deus pertence, se é que esta proposição com o sujeito Deus, ainda faz espécie a alguém, ou se é um problema para cada um, porque um dia entrámos num lugar e nos disseram que estávamos ali porque alguém acreditava em Deus e era dessa força que provinha todo o alimento e, não menos a confusão. Depois de Babel, o mundo não mais foi igual, e ficou encarregado o homem de refazer o mal que causou a quem? a ambição de ser Deus, os deuses contra Deus, seres de liberdade. “Vamos? Não vamos, Chegamos?” (Sebastião da Gama).

            Foi pena não termos tido a celebração eucarística. Sou um beato? Sou um crente? Quem dera saber, seria mais pacífico. Deus morreu? Quando o homem morre um pouco em si. Perde o desejo de se procurar com os outros, que cada um procura-se e só em Deus se reencontra: inquietus cor meus et in Deo quietus est(STº Agostinho).

            Pois, nunca tinha abraçado os colegas com tanta amizade. E a amizade move montanhas. Aquilo que inicialmente parecia um incómodo soube a um prazer insubstituível. Que poderíamos ir a outro lado, claro, mas não era igual. Olhar uma carvalheira ou um caramanchão ribeirinho e curtir aquele éden egologicamente só com o nosso prazer sem ninguém a ver, sem ninguém a ver-nos naquele comprazimento tão do próprio e do alto da nossa sela a curtirmos como único e só nosso.

            Mas, podem crer, soube bem. Não só na charla com os varões, mas com as donzelas das intempéries e das bonanças.

            Que deveriam ir mais? O verbo dever é forte. Lá estamos sempre contra a liberdade de alguém, o desejo sempre da ordem cósmica. Já me esquecia da teoria do caos. Como governar no caos. Que cada um pode ter o seu caos, percebo. Mas todos a viver o caos dos outros, foge.

Eles virão se quiserem

se eu vim até este lugar

se amei beber na fonte

origem do encontro,

também podes vir

e não há culpa ou expiação

libertaremos o eu no reencontro dos eus

Com eles construiremos a fratria

onde tu te anuncias

e regressaremos sempre ao tempo

de sermos o promontório

pr’a outra margem.

 

           Ismael Malhadas Vigário

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