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2014-01-04

AVENTINO - PORTO

À ESPERA DE GODOT

(De silêncio se faz tudo. Até o tempo que esperamos para serenar a nossa alma e o nosso pensamento. Voltaremos todos à nossa inestimável e eterna A PALMEIRA).

 E aí está esta divina peça de teatro, em cena, no Teatro Nacional de São João, a partir do dia 09. Depois de Shakespeare, Tchecov e, porventura, Ionesco, BECKETT é o melhor dramaturgo de todos os tempos e À ESPERA DE GODOT o texto que mais me encanta. Ali se encontra a dimensão plena do HOMEM. O desespero, a inutilidade, o desencanto, o medo, e apesar de tudo, a esperança. Um texto onde até o suicídio nos está vedado, só pode ser uma criação de génio.

Não percas, por favor, não percas. Já vi a peça muitas vezes, interpretada por várias companhias e, naturalmente, por vários actores, mas nunca a perco quando está perto de um lugar onde estou próximo. É aqui, nesta nobre, leal e invicta cidade do PORTO que podes ter uma noite feliz. Sim, uma noite inquieta, de emoção a perdurar pelo resto dos teus dias.

Vá lá, levanta-te desse miserável objecto que se chama televisão. Convida a tua mulher, os teus filhos, uns amigos. Vai mais cedo. Janta no Hotel Teatro junto ao Teatro Sá da Bandeira ou num dos tascos, agora convertidos, da Travessa dos Congregados, ou come umas sandes de pernil na Casa Guedes, umas papas de sarrabulho no Buraquinho à Praça dos Poveiros (lugares modestos e pouco aconselháveis à elegância das senhoras) ou empanturra-te com uma francesinha no Café Santiago à Rua Passos Manuel. Depois, dá um passeio por Santa Catarina acima, Santa Catarina abaixo, agora entra na Igreja de Santo Ildefonso (se estiver aberta a essa hora), entra e vê a obra de recuperação do antigo cinema Águia Douro transformado em Hotel e, lentamente, prepara-te para o belo momento que vais viver.

Acabou?!

Agora és só tu e o teu silêncio. És tu quem fica à espera de Godot.

2014-01-03

José de Castro - Penafiel

A PALMEIRA

Ora aqui está um tema que nos diz muito. A todos! Incluindo aqueles que acham que a eles nada diz.

Venho também comentar o já comentado. Este tema da Palmeira, a da Quinta da Barrosa, nunca será esgotado por mais que sejam os comentadores.

Lançou o tema o Aventino e em boa hora o fez. Basta para tal contar as linhas que já foram escritas, a ponto de até o Gaudêncio, não resistir a deixar claro o seu ponto de vista apesar de se encontrar "ferido na asa".

Cinquente paginas? Também a mim me parece um bom objectivo mas esbarra nos números. Quer porque heveria que as preencher mas também teriam que ser pagas. Este é verdadeiramente o motivo pelo qual aqui deixo o meu ponto de vista.

Não podemos continuar a viver acima das nossas possibilidades. Como na famigerada segurança social e a sua sustentabilidade, só se pode repartir o que há para ser repartido. Se o dinheiro não chega é preciso URGENTEMENTE repensar a qualidade mas talvez mais a quantidade.

Certamente há um número mínimo por tiragem a partir do qual os custos sobem de forma descontrolada na medida em que baixe essa mesma tiragem. Parece-me que é preciso encontrar esse número e depois decidir a quem as enviar. Tal como já foi dito, haverá se calhar algumas que não sendo devolvidas, mantêm contudo a virgindade das suas páginas que nem a luz do dia chegam a ver.

Fazer chegar a Palmeira a todos os que a ela estão ligados é certamente um objectivo nobre mas não poderá deixar de se ter em consideração que estas "Palmeiras" contam certamente com a Graça de Deus mas não acontecem sem o dinheiro dos homens.

QUEM PODE PAGAR, DEVE PAGAR!

E quem pode? Vou pensar e... VOLTAREI (Amigo Peinado, perdoar-me-ás este abuso...).

2014-01-03

Assis - Folgosa

 Borbulhas e Curandeiros entre Palmeiras

Amigos AAARs:


Como não tenho a solução milagrosa para a melhoria de A Palmeira - esta deverá surgir da colaboração de todos, literária e também monetária -  tento apenas, após a degustação de um cálice de vinho generoso do Pinhão, já que não sou apreciador das borbulhas nem que sejam dum verdadeiro champagne seco, entrar hoje aqui como "aprendiz de feiticeiro" ou curandeiro de emergência para os males do Gaudêncio. - Estamos distantes. Não posso pois, como todo o curandeiro sempre deseja, pronunciar-me categoricamente sobre os males que o afligem. Todavia, amigo Gaudêncio, já que tanto aspiras a pronunciar-te sem dores sobre o presente e o futuro de A Palmeira, atrevo-me a dar-te um conselho: Toma em mão uma escovinha das unhas. Desinfecta-a com alcool. Sem esforços maiores, esfrega vagarosamente durante 5/10 minutos as palmas e os dedos das mãos. Respira fundo e aguarda que o sangue percorra calmamente os locais doloridos. - O que acabaste de fazer, repete-o antes de te deitares e ao levantares da cama. E não esqueças a água. Um copo de água morna com algumas gotas de limão ao deitar e outro ao levantar serão também certamente uma grande ajuda para a melhoria da circulação sanguínea. - Se por acaso o remédio caseiro deste aprendiz de feiticeiro não der resultado, mando-o sem problemas à outra banda. Mas não deixes de experimentar. E tenho dito.

FELIZ ANO NOVO

para todos os AAARS

PS - Para maior eficácia do remédio, a água deverá repousar com um dente de alho aberto ao meio durante uma noite ou durante o dia

 

 

2014-01-03

ANTÓNIO GAUDENCIO - LISBOA

Por causas que desconheço, e os "curandeiros" da praça tardam em acertar no prognóstico, ando com uma mazela no ombro e braço direito que me impede de fazer a minha vida normal. E entre as coisas normais que dificilmente consigo fazer está o teclar no computador.

Ora isto de me ver impedido de emitir também a minha opinião sobre esse assunto da Palmeira não me cai nada bem. Mas com esta curta intervenção quero lavrar o meu protesto por ver que, em vez de nos "sentarmos" e conversarmos, vejo escrita uma barbaridade como a que foi escrita pelo Arsénio: « Finalmente, estou aberto a retirar-me se alguém quiser assumir o meu papel para dar dinâmica diferente à revista ». Ó meu caro Ársénio, estás a brincar, a reinar ou abusaste das " bolhinhas" da gasosa? Tenho a minha ideia sobre este assunto que, de forma genérica, coincide com a tua primeira resposta ao repto do Aventino.

Já fiz, nesta meia dúzia de linhas, um esforço bem doloroso mas antes quero dizer que só as minhas dificuldades actuais é que me impediram de intervir porque me recuso a ser incluído no grupo «dos que se remetem ao silêncio».

Só tenho pena se, quando me sentir capaz de escrever, o assunto PALMEIRA já estiver ultrapassado, liquidado, arrumado ou esquecido. Mas também reconheço que a minha opinião não será determinante e por isso pouco se perderá..........  

2014-01-02

Arsénio Pires - Porto

Meu caro Peinado e todos os que se remetem ao silêncio sobre a Palmeira:

Vamos lá falar claramente.

1. A intervenção do Aventino e que tu, em parte, secundaste, foi bem recebida por mim. Aliás, algumas das sugestões que o Aventino apresentou vou pô-las, como disse, em prática no próximo número (se houver próximo número!).

2. Não disse aqui que tudo está bem na Palmeira. Nada está totalmente bem em coisa nenhuma. Estou aberto, como sempre, a reconhecer que podemos fazer ainda melhor. É para isso que servem as achegas que o Aventino deu e tu também. E outros já deram, no passado.

3. Duma coisa eu não abdico enquanto fizer parte deste Grupo Coordenador e vou repeti-la:

A Palmeira é um elo de ligação entre TODOS os ex-colegas e, por conseguinte, será SEMPRE uma plataforma aberta a TODAS as sensibilidades: crentes, agnósticos, ateus, nem-uma-coisa-nem-outra, todos os quadrantes políticos, etc. Estaremos sempre mais interessados em que os assuntos sejam (não exclusivamente, claro!) “coisas” dos nossos tempos passados e presentes, ou que a elas se refiram: experiências havidas, por que entrámos?, porque saímos?, o que foi feito de cada um de nós depois de sairmos? (sugestões oportunas do Aventino), encontros regionais e nacionais, etc.

4. Todas as sugestões merecerão ser consideradas desde que sejam exequíveis tendo em conta a nossa situação económica. Uma coisa é o que gostaríamos de fazer e outra, bem diferente, é o que podemos fazer.

5. Estou aberto, também, a uma reflexão sobre se havemos de continuar com a publicação da Palmeira. Se acharmos que ela já desempenhou o seu papel e deve retirar-se, avancemos. Até porque temos de considerar, como disse atrás, o aspecto económico.

5. Finalmente, estou aberto a retirar-me se alguém quiser assumir o meu papel para dar dinâmica diferente à revista.

Mais… não consigo, amigos.

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