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2014-03-26

AVENTINO PEREIRA - PORTO

E PUR SI MUOVE

Afinal a AAAR move-se. E aí está, o anúncio do que é preciso.

SUGIRO:

1. Data: 24 e 25 de maio.

2. Formato: muito idêntico ao de sempre. É um formato que tem funcionado e funcionado bem. Talvez pudéssemos ir mais além, modernizá-lo, inventando, inventando-nos. Assim: 

a) em vez da conferência a seguir ao almoço de sábado, (propícia ao adormecimento) um passeio pelos lugares da nossa memória na quinta da ainda possível BARROSA, à semelhança dos gregos peripatéticos. Parando aqui, parando ali, intervindo este e aquele e aquele outro, contando a sua memória possível e a memória inventada do melhor e do pior que cada um guarda desse lugar específico da BARROSA onde alguns existiram e outros não queriam ter existido.

b) à noite, um sarau de uma nova cultura, que fosse para além das artes milenares com que nos enriqueceram. Quem sabe, uma mini comissão que se propusesse à criação de um novo estilo de comunicar e enriquecer.

NO DOMINGO: o mesmo programa de sempre.

Por mim, estou disponível a fazer a minha intervenção artística no sarau de sábado à noite.

SEJAMOS FELIZES

2014-03-25

manuel vieira - esposende

A lampreia tem sido tema assíduo nestas andanças de palavreado.Ainda temos um mês de época para saborear as especialidades e quem é indefetível que se mexa pois as opções estão diversificadas.

Mas temos de começar a abordar outros temas com outros temperos pois já vamos a caminho de Abril e temos de pensar na Organização do Encontro deste ano, nas Eleições para os Órgãos Associativos e na Palmeira, que mereceu recentemente aqui uma abordagem interessante e desempoeirada.

Para já é fundamental constituir uma equipa para organizar o Encontro e está na mesa a proposta da sua ocorrência em Gaia, dando seguimento ao que foi votado na Assembleia de 2012.

Qual a melhor data?

Qual o melhor formato?

Quem dá dois passos em frente?... 

2014-03-19

José Manuel Lamas - Navarra - Braga

Esta malta do esgota

É mesmo malta da pesada

Veio agora dar - nos nota

Que comeu lampreia assada

 

É lampreia com arrôz e assada

Eu nessas coisas não me meto

Eles já falam de lampreia fumada

E até pensam em lampreia no espêto

 

 

Aquele abraço

Zé Lamas.   

2014-03-17

António Peinado Torres - Porto

 Bom dia AARS & Cª

 Quando da eleição de S S o Papa Francisco, escrevinhei para esta página umas linhas, meias crédulas, meias incrédulas, àcerca dos possiveis efeitos das reformas então anunciadas que este Papa se propunha efectuar e costumes e rotinas que alterou.

Tenho perguntado a pessoas das minhas relações que habitualmente frequentam a Igreja Católica, se nas homilias é dado notícia ao facto de S S não ocupar os aposentos pontificios, de convidar pessoas sem abrigo para tomarem o pequeno almoço com ele, de se transportar em carros que não são blindados, da remodelação de parte da Cúria Romana e muito especial no sector das finanças, e o que me dizem é que apenas se reza por S S o Papa. Nada disto me admira, pis tendo eu a noção de que a Igreja Católica é ultra-conservadora vai demorar décadas a assimilar as novas práticas, e será necessário que este pontificado seja longo e profícuo, para que tudo não volte ao mesmo, e como ainda crente lamento que as alterações verificadas cheguem através da comunicação social, pois os púlpitos continuam a falar do que sempre falaram, Epistolas e Evangelhos.

Bom e agora a tão falada Lampreia Assada, nós que temos sangue dos nossos antepassados DESCOBRIDORES E NAVEGADORES, tivemos a ousadia de nos dirigirmos a Fão, por acaso terra do nosso Presidente, para saborearmos uma LAMPREIA ASSADA, que como escreveu o MARQUÊS DE VALDEVEZ também conhecido por Martins Ribeiro, foram duas, porque nos tempos que correm temos que comer hoje tudo, para armazenarmos calorias, pois não sabemos como será o dia de amanhã, isto claro está sem por em causa a PRROVIDÊNCIA DIVINA, palavras sobejamente nossas conhecidas e em quantidade industrial.

O quinteto, além dos quatro já mencionados teve também a comparência do Diamantino Alves, que no tal torneio da SUECA foi parceiro do Meira, sendo eu parceiro do Martins Ribeiro e o Mané Vieira foi o árbitro e substituto do Meira quando este ia fumar o seu cigarrito e nós iamos bebendo o tal de ENCOSTAS DE CRESPOS, nectar oficial da CONFRARIA DO ESGOTA ( PIPAS ), porque o tal do Cabral nem o cheiramos, evaporou-se .

Bom , amigos agora já se fala na Lampreia no espeto e também na Lampreia Fumada, vamos a ver se chegamos lá na próxima época, mas claro que o ARROZ DE LAMPREIA é para manter, muito embora os nossos AARS do sul não queiram compartilhar connosco estes eventos, com honrosa excepção do Alex, pois o Adolfo e o Rodrigues são do centro.

Voltarei Peinado

 

 

2014-03-14

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Boa Vieira, disto percebe o meu amigo. Devo dizer que eu fui um dos felizes comensais (malucos, diria eu) e não me pejo de confessar diante de vós a minha caloirice nestes esquisitos pratos. Na verdade, nunca tinha saboreado a lampreia confeccionada nesta vertente da assadura; tinha, no entanto, ouvido falar dela. Mas, como estava boa, não gostei nem desgostei, apenas posso dizer que foi diferente. Tanto assim é que, posta na mesa a respectiva travessa, logo o Peinado que a mediu com os olhos e viu que aquilo nem dava para encher a cova de um dente, de imediato mandou repetir a dose antes que fosse tarde. Mas o melhor veio na segunda hora: resolvemos invadir a casa dele e, entre uns copos da magnífica “pomada” - Encostas de Crespos - da lavra do Meira, passamos uns bons momentos jogando uma alucinante “suecada” que, apesar de um dos jogadores perceber tanto daquilo como um apanha-bolas, mesmo assim terminou com um honroso empate, pode mesmo dizer-se, de sabor a vitória. 

O Lamas, como quem atira a pedra e esconde a mão, lá vai metendo umas pequenas farpas com o fim de espicaçar este espaço pois não podem ser sempre os mesmos a fazer cócegas.

Li, algures, esta máxima: - “O que podes viver hoje não o vivas amanhã”: com ela concordo e procuro segui-la á risca enquanto posso e me deixam, por isso estou á espera que o Assis regresse das terras quentes de Vera Cruz para nos proporcionar a tão esperada favada da sua despretensiosa quintarola. Quanto ao resto termino com a sentença que encerrava os antigos almanaques e bordas d’água: “Deus, super omnia” que no nosso português vernáculo é o mesmo que dizer: haja Deus!  

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